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Imbolc • Retratos de Resiliência: O Olhar que Atravessa o Frio | Blond Fox

Olá raposinhas, tudo bem com vocês? Espero que estejam todos bem! 🧡 Há uma beleza específica que só o inverno revela. É uma beleza despida de artifícios, sem as flores do verão para distrair a lente. No Imbolc, a Blond Fox volta a sua câmera para as mulheres que sustentam o fogo da toca: as resilientes. Fotografar a resiliência não é registrar um sorriso perfeito; é capturar a força de um olhar que já viu a tempestade, mas escolheu manter a luz acesa. 🦊✨ ​\\ A Geada na Lente e o Fogo no Olhar ​Fazer um "Retrato de Resiliência" exige uma curadoria de sentimentos. É preciso atravessar as camadas de agasalhos e defesas para encontrar a essência que o frio não consegue congelar. ​✨️ A Estética do Acolhimento: No nosso Scrapbook, esses retratos são feitos de texturas pesadas e olhares profundos. É o contraste entre o xale de lã grossa que protege o corpo e a transparência do olhar que revela a alma. A fotografia de inverno nos ensina que a vulnerabilidade é, n...

A fotografia de fantasmas | Blond Fox

 

Olá raposinhas, tudo bem com vocês? Espero que estejam todos bem!

 

Vocês acharam mesmo que não iria ter o nosso querido e amado especial de halloween neste ano? hmmm..

Lógico que não poderia ser diferente. Vim contar uma história da nossa querida e amada fotografia… só que uma fotografia bem assustadora AAAAAAAAAAA

Você já ouviu falar sobre a área da fotografia que é especializada em fotos de espíritos? SIM! ES-PÍ-RI-TOS.

Desde muito tempo atrás, lá nos tempos em que a câmera foi inventada, é muito comum espíritos aparecerem em fotografias. (Até aposto que algum já apareceu em alguma foto que você tirou, ein?)

A fotografia de espíritos tem suas raízes concretas desde o século XIX (19).

Durante as décadas de 1850 e 1860, muitos fotógrafos aproveitaram os avanços dos equipamentos fotográficos da época para experimentarem novos efeitos em suas fotografias, como o efeito estereoscópico (é o efeito que projeta em duas imagens perspectivas diferentes. As duas imagens são processadas pelo nosso cérebro, do qual faz uma fusão entre elas e cria uma grande sensação de profundidade de imagem) e a dupla exposição (é o efeito que ocorre quando duas imagens completamente distintas são mostradas em uma mesma fotografia, ou seja, elas são sobrepostas).

E com isso, eles aproveitaram o grande sucesso desses efeitos e decidiram utilizá-los em suas fotografias para criar a ilusão de espíritos capturados e com isso, obter grandes ganhos financeiros.

O primeiro fotógrafo a “capturar” um espíritinho foi o americano William Mumler na década de 1860. E dizem, que a sua primeira fotografia foi um acidente. A foto em questão foi um auto-retrato e quando revelado, atrás de William aparecia a sombra de seu primo falecido (como diziam seus amigos).

Porém, William não se assustou com a fotografia pois na realidade, o espírito em questão, era de uma outra pessoa da qual ele já havia fotografado. Ele reutilizou uma placa de vidro fotográfica em sua câmera fotográfica.

Na época, a sua fotografia foi um grande estouro e não demorou muito para ele ser reconhecido pela comunidade espírita como o primeiro fotógrafo de espíritos.

Vale ressaltar que nessa época ocorreu a guerra civil americana, conhecida como a guerra de secessão, da qual durou 05 anos (1860-1865). Ela ocorreu quando os estados do sul dos Estados Unidos criaram um movimento separatista e declararam a sua independência e deixou milhares de mortos pelo país e então, o espiritismo ganhou uma grande relevância, já que as pessoas ansiavam pelo contato através das práticas espíritas com seus familiares, conhecidos ou amigos mais próximos que foram mortos.

Aproveitando todos estes acontecimentos, William montou o seu próprio negócio (empreendedor hihi) especializado em fotografar os entes queridos mortos durante a guerra.

A técnica era inserir em sua câmera uma placa de vidro não utilizada (que seria usada para fotografar o seu cliente “vivo”) e inseria por cima, uma outra placa positivada e pré-preparada com a fotografia da pessoa morta. E então, ele conseguia um efeito de dupla exposição (uma imagem por cima da outra).

Visionário! Hoje a gente faz isso em qualquer editor de imagem. Photoshop, por exemplo.

À medida que o tempo ia passando, a fotografia de espíritos ia crescendo e se tornando mais forte, já que em 1880, era possível que qualquer pessoa tivesse acesso a uma câmera fotográfica e tirasse fotos por aí. Então, obviamente os golpes da foto, aqueles que brincavam com o emocional das pessoas, cresciam absurdamente.

Hoje em dia, fotografar espíritos se tornou muito mais fácil, graças aos avanços tecnológicos e os equipamentos fotográficos mais robustos.

Ao contrário de antigamente, as câmeras fotográficas digitais e os celulares (que possuem câmera) apresentam um processo de captação de imagem mais lento, principalmente em lugares com baixa ou ausência de iluminação, onde os sensores necessitam de mais tempo até capturar todas as informações presentes na cena. E com isso, qualquer objeto ou coisa que faça algum movimento enquanto estes sensores estão trabalhando, pode aparentar distorcido na imagem final.

Apesar de toda essa explicação técnica de como funciona a captação de imagem, muitas pessoas ainda acreditam que é sim possível tirar fotografias de espíritos.

Então, fica aí o grande questionamento, será mesmo que é possível ou é apenas o movimento brusco de alguma pessoa ou objeto enquanto os sensores da câmera trabalham a todo vapor e a sua exposição está aberta? Hmmm…


Eu espero muito que vocês tenham gostado e escrevam abaixo, se você já capturou algum gasparzinho por aí enquanto fotografava.

 







 

Beijos da raposa!


Fonte de pesquisa: BCC





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