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91ª EDIÇÃO • FOX LETTER | Onde a fotografia escreve história

Olá raposinhas, tudo bem com vocês? Espero que estejam bem!!! No mar de informações do mundo digital, a Fox Letter surge como um refúgio de clareza. Mais do que uma newsletter, ela é uma curadoria sensível sobre o universo da fotografia no Brasil. Sob o olhar de quem une pedagogia e arte, entregamos quinzenalmente o que realmente importa: concursos, exposições, cursos e as movimentações que estão desenhando a fotografia contemporânea. É o nosso "jeitinho" de manter a comunidade das Raposinhas conectada, informada e pronta para o próximo clique.       Neste ano de "algo maior", queremos que suas fotos sejam os recortes principais do nosso álbum. O Clube das Raposinhas é o nosso espaço de aproximação, onde o seu olhar ganha o destaque que merece. ✨ Quer estampar nossa próxima colagem? Envie sua obra de arte para o nosso Instagram (@iamblondfox) ou para o e-mail: blondfox@blondfox.com.br. Diga seu nome, sua cidade e, se sentir no coração, conte um pouco da hist...

A câmera encantada e a sexta-feira 13 • Jornada literária | Blond Fox

✨ A Câmera Encantada e a Sexta-feira 13 ✨

Era uma vez, em uma pequena cidade chamada Fotolândia, uma jovem fotógrafa chamada Adrielly. Ela era conhecida por capturar as mais belas imagens da natureza, mas havia um dia que ela temia: a sexta-feira 13. Diziam que nesse dia, qualquer foto tirada traria má sorte.
Certo dia, enquanto explorava uma antiga loja de câmeras, Adrielly encontrou uma câmera muito antiga e empoeirada. O dono da loja, um senhor idoso com um olhar misterioso, avisou: “Essa câmera é especial, mas cuidado ao usá-la na sexta-feira 13.”
Curiosa e um pouco cética, Adrielly decidiu comprar a câmera. Na sexta-feira 13, ela não resistiu e saiu para fotografar. Ao tirar a primeira foto, um corvo negro apareceu no visor. Assustado, Adrielly tentou apagar a foto, mas a imagem do corvo continuava aparecendo em todas as fotos que ela tirava.
Desesperada, Adrielly voltou à loja e encontrou o velho senhor. “Eu avisei sobre a câmera,” disse o senhor. “Mas não se preocupe, há uma maneira de quebrar a maldição. Você deve capturar a beleza de algo que todos consideram assustador.”
Adrielly pensou e decidiu fotografar o cemitério da cidade ao pôr do sol. Ela encontrou um ângulo perfeito onde a luz dourada iluminava as lápides, criando uma cena de paz e serenidade. Ao revelar a foto, o corvo desapareceu e a imagem era de uma beleza indescritível.
A partir daquele dia, Adrielly não temia mais a sexta-feira 13. Ela aprendeu que a beleza pode ser encontrada até nos lugares mais inesperados e que a sorte é algo que criamos com nossas próprias ações.


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Beijos da raposa!!

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