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SEMANA MUNDIAL DA FOTOGRAFIA • LUZ QUE NÃO SE APAGA: HOMENAGEM AOS PIONEIROS DO OLHAR | BLOND FOX

Olá raposinhas, tudo bem com vocês? Espero que estejam todos bem!!! Abra as páginas amareladas do grande compêndio de história da arte. Sinta o aroma do papel antigo e observe as gravuras onde a luz foi dominada pela primeira vez. De Caravaggio e Rembrandt na pintura, passando por Julia Margaret Cameron, Alfred Stieglitz e Ansel Adams na fotografia: nós não surgimos do nada. Nós somos a continuidade de uma linhagem de obcecados pelo domínio da penumbra. ​Na Semana Mundial da Fotografia, precisamos lembrar que o olhar autoral de elite não é fruto do acaso, do talento intuitivo ingênuo ou de "dicas rápidas" de redes sociais. O olhar refinado é um edifício construído sobre os ombros de gigantes. Quem não conhece as raízes da linguagem visual corre o risco constante de reinventar a roda, caindo na armadilha de modismos estéticos efêmeros que envelhecem mal em poucos meses. ​Na Blond Fox, nós honramos os mestres do passado. Quando desenhamos um esquema de iluminação em...

Adrielly e a sexta-feira 13 encantada • Jornada literária | Blond Fox

✨ Adrielly e a Sexta-feira 13 Encantada ✨

Adrielly era uma jovem fotógrafa apaixonada pela natureza e pelos animais. Ela também tinha uma queda por rock metal, e seu estilo refletia isso: sempre com uma jaqueta de couro e fones de ouvido tocando suas bandas favoritas. Mas havia um dia que ela sempre temia: a sexta-feira 13. As lendas urbanas diziam que era um dia de azar, onde tudo podia dar errado.
Na manhã de uma sexta-feira 13, Adrielly decidiu enfrentar seus medos e sair para uma sessão de fotos na floresta próxima à sua casa. Com sua câmera em mãos e uma playlist de rock metal para lhe dar coragem, ela se aventurou entre as árvores.
Enquanto caminhava, Adrielly encontrou um cervo majestoso. Ela se aproximou lentamente, tentando capturar a beleza do animal. Mas, ao tirar a foto, a câmera travou. “Só podia ser hoje,” pensou ela, frustrada. Tentando não se deixar abater, ela continuou sua caminhada.
Mais adiante, Adrielly encontrou um lago cristalino. A luz do sol refletia na água, criando um cenário perfeito. Ela ajustou sua câmera e, desta vez, conseguiu tirar uma foto incrível. Sentindo-se mais confiante, ela decidiu explorar uma área da floresta que nunca havia visitado antes.
De repente, ela ouviu um som estranho. Era como um sussurro, vindo de uma clareira. Curiosa, Adrielly seguiu o som e encontrou uma velha cabana. A porta estava entreaberta, e ela decidiu entrar. Lá dentro, encontrou uma coleção de fotos antigas, todas de animais e paisagens. No centro da sala, havia uma foto de uma mulher com uma câmera, muito parecida com a dela.
Adrielly sentiu um arrepio. A mulher na foto parecia estar olhando diretamente para ela. De repente, a porta se fechou com um estrondo, e a sala ficou escura. Adrielly tentou abrir a porta, mas estava trancada. Ela começou a sentir pânico, mas então lembrou-se das palavras de sua avó: “A sorte é algo que criamos com nossas próprias ações.”
Respirando fundo, Adrielly pegou sua câmera e tirou uma foto da sala escura. Quando o flash iluminou o ambiente, ela viu uma chave pendurada na parede. Com a chave em mãos, conseguiu abrir a porta e sair da cabana.
Ao voltar para casa, Adrielly revelou as fotos e percebeu algo incrível. A foto da sala escura mostrava não apenas a chave, mas também a mulher da foto antiga, agora sorrindo para ela. Adrielly entendeu que a mulher era uma antiga fotógrafa que havia deixado um legado de coragem e determinação.
A partir daquele dia, Adrielly não temia mais a sexta-feira 13. Ela aprendeu que, mesmo nos dias mais sombrios, a beleza e a sorte podem ser encontradas se tivermos coragem para enfrentá-los.

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Beijos da raposa!

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