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83ª EDIÇÃO • FOX LETTER | Onde a fotografia escreve história

Olá raposinhas, tudo bem com vocês? Espero que estejam bem!!! No mar de informações do mundo digital, a Fox Letter surge como um refúgio de clareza. Mais do que uma newsletter, ela é uma curadoria sensível sobre o universo da fotografia no Brasil. Sob o olhar de quem une pedagogia e arte, entregamos quinzenalmente o que realmente importa: concursos, exposições, cursos e as movimentações que estão desenhando a fotografia contemporânea. É o nosso "jeitinho" de manter a comunidade das Raposinhas conectada, informada e pronta para o próximo clique.       Neste ano de "algo maior", queremos que suas fotos sejam os recortes principais do nosso álbum. O Clube das Raposinhas é o nosso espaço de aproximação, onde o seu olhar ganha o destaque que merece. ✨ Quer estampar nossa próxima colagem? Envie sua obra de arte para o nosso Instagram (@iamblondfox) ou para o e-mail: blondfox@blondfox.com.br. Diga seu nome, sua cidade e, se sentir no coração, conte um pouco da hist...

Adrielly e a sexta-feira 13 encantada • Jornada literária | Blond Fox

✨ Adrielly e a Sexta-feira 13 Encantada ✨

Adrielly era uma jovem fotógrafa apaixonada pela natureza e pelos animais. Ela também tinha uma queda por rock metal, e seu estilo refletia isso: sempre com uma jaqueta de couro e fones de ouvido tocando suas bandas favoritas. Mas havia um dia que ela sempre temia: a sexta-feira 13. As lendas urbanas diziam que era um dia de azar, onde tudo podia dar errado.
Na manhã de uma sexta-feira 13, Adrielly decidiu enfrentar seus medos e sair para uma sessão de fotos na floresta próxima à sua casa. Com sua câmera em mãos e uma playlist de rock metal para lhe dar coragem, ela se aventurou entre as árvores.
Enquanto caminhava, Adrielly encontrou um cervo majestoso. Ela se aproximou lentamente, tentando capturar a beleza do animal. Mas, ao tirar a foto, a câmera travou. “Só podia ser hoje,” pensou ela, frustrada. Tentando não se deixar abater, ela continuou sua caminhada.
Mais adiante, Adrielly encontrou um lago cristalino. A luz do sol refletia na água, criando um cenário perfeito. Ela ajustou sua câmera e, desta vez, conseguiu tirar uma foto incrível. Sentindo-se mais confiante, ela decidiu explorar uma área da floresta que nunca havia visitado antes.
De repente, ela ouviu um som estranho. Era como um sussurro, vindo de uma clareira. Curiosa, Adrielly seguiu o som e encontrou uma velha cabana. A porta estava entreaberta, e ela decidiu entrar. Lá dentro, encontrou uma coleção de fotos antigas, todas de animais e paisagens. No centro da sala, havia uma foto de uma mulher com uma câmera, muito parecida com a dela.
Adrielly sentiu um arrepio. A mulher na foto parecia estar olhando diretamente para ela. De repente, a porta se fechou com um estrondo, e a sala ficou escura. Adrielly tentou abrir a porta, mas estava trancada. Ela começou a sentir pânico, mas então lembrou-se das palavras de sua avó: “A sorte é algo que criamos com nossas próprias ações.”
Respirando fundo, Adrielly pegou sua câmera e tirou uma foto da sala escura. Quando o flash iluminou o ambiente, ela viu uma chave pendurada na parede. Com a chave em mãos, conseguiu abrir a porta e sair da cabana.
Ao voltar para casa, Adrielly revelou as fotos e percebeu algo incrível. A foto da sala escura mostrava não apenas a chave, mas também a mulher da foto antiga, agora sorrindo para ela. Adrielly entendeu que a mulher era uma antiga fotógrafa que havia deixado um legado de coragem e determinação.
A partir daquele dia, Adrielly não temia mais a sexta-feira 13. Ela aprendeu que, mesmo nos dias mais sombrios, a beleza e a sorte podem ser encontradas se tivermos coragem para enfrentá-los.

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Beijos da raposa!

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