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A Primeira Luz: O "Despertar" do Sensor | Blond Fox

Olá raposinhas, tudo bem com vocês? Espero que estejam todos bem!!! ​Na Roda do Ano, o Imbolc é o ponto de virada. É o momento em que a semente, ainda escondida sob a terra fria, sente o primeiro calor e decide que é hora de começar a sua jornada em direção à superfície. No universo da Blond Fox, a gente olha para esse fenômeno e enxerga uma metáfora perfeita para o que acontece dentro da nossa câmera: o despertar do sensor. 🦊✨ ​Fotografar é, em sua essência, o ato de capturar a luz que retorna. E nada representa melhor o espírito deste festival do que a Primeira Luz. ​\\ A Sensibilidade que nasce no Escuro ​Assim como a terra precisa do descanso do inverno para ser fértil, o sensor da nossa câmera vive no escuro absoluto até que o obturador se abra. O Imbolc nos ensina sobre a preparação. ​✨️ O Despertar do ISO: Imagine que a sensibilidade do seu sensor é como o despertar da natureza. No Imbolc, a luz ainda é sutil, tímida e delicada. É preciso ter um olhar apurad...

Segredos de Popys • Jornada Literária | Blond Fox

✨️ Segredos de Popys ✨️



Nos recônditos da alma, ocultos e serenos, Segredos repousam, profundos e esquecidos, qual pérolas submersas em mares tão amenos, guardando mistérios em ecos contidos.

Nas noites quentes de verão, a vida fluía nas varandas, Os mais velhos contavam histórias sob o brilho das estrelas, enquanto crianças corriam pelas ruas de terra batida, sem fios a cruzar o céu, apenas o vento e os risos.

Certa noite, a luz se apagou, e o silêncio invadiu a praça. Para iluminar a escuridão, acenderam uma fogueira junto à árvore centenária. Dona Maricota, com voz envolvente, começou seu conto Sobre Popys, uma jovem de fita rosa e vestido rodado.
Todos os dias, Popys caminhava até o colégio, com seus livros contra o peito e olhos cheios de esperança. Sonhava com um convite para o baile, E na véspera, Roger, desajustado e ousado, convidou-a.

Popys, emocionada, apenas acenou com a cabeça. Roger prometeu buscá-la às oito, mas nunca chegou. Horas, dias se passaram, e ela esperou, imóvel, Até que, desesperada, foi até a árvore e ali encerrou sua dor.

Mas Popys nunca encontrou descanso. Dizem que nas noites de baile, sua figura branca surge no salão, A fita rosa tremulando, os olhos perdidos na espera. E sempre, na véspera da festa, algo estranho acontece.

Na ponte de madeira, um motor ressoa na escuridão, um velho carro cruzando repetidas vezes, como um fantasma. Ele circula ao redor do colégio, como se buscasse alguém, até estacionar em frente ao cemitério, onde repousa até o amanhecer.

E quando o sol desponta por trás da árvore centenária, O carro desaparece, levando consigo o eco de um amor perdido, de promessas quebradas, de destinos entrelaçados. Popys e Roger, presos para sempre entre dois mundos.



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Beijos da raposa!!!

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