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Coisas que mudaram o meu mês de maio com a fotografia | Blond Fox

Olá raposinhas, tudo bem com vocês? Espero que estejam todos bem!!! Puxe a cadeira para perto da mesa de madeira, sirva-se de uma xícara de café quente e olhe para o calendário que ficou para trás. Maio não foi apenas mais uma folha que virou no nosso Grimório; foi o mês em que a física do nosso negócio mudou de patamar. ​Muitas vezes, a fotografia nos empurra para uma busca frenética por aprovação externa, curtidas rápidas e o aplauso vazio do algoritmo. Passamos meses ou até às vezes anos, tentando caber nas caixas comerciais e engessadas que o mercado dita. Mas na Blond Fox, o recolhimento deste último outono nos convidou a fazer o oposto: recuar para a toca, silenciar o barulho do mundo e olhar para dentro. ​Hoje, eu olho para o mês de maio e vejo um rastro de pegadas firmes e transformações profundas que mudaram para sempre a minha relação com a imagem, com a prosperidade e com o meu próprio legado. Deixe-me abrir as páginas do arquivo e revelar o que mudou o meu mês a...

Segredos de Popys • Jornada Literária | Blond Fox

✨️ Segredos de Popys ✨️



Nos recônditos da alma, ocultos e serenos, Segredos repousam, profundos e esquecidos, qual pérolas submersas em mares tão amenos, guardando mistérios em ecos contidos.

Nas noites quentes de verão, a vida fluía nas varandas, Os mais velhos contavam histórias sob o brilho das estrelas, enquanto crianças corriam pelas ruas de terra batida, sem fios a cruzar o céu, apenas o vento e os risos.

Certa noite, a luz se apagou, e o silêncio invadiu a praça. Para iluminar a escuridão, acenderam uma fogueira junto à árvore centenária. Dona Maricota, com voz envolvente, começou seu conto Sobre Popys, uma jovem de fita rosa e vestido rodado.
Todos os dias, Popys caminhava até o colégio, com seus livros contra o peito e olhos cheios de esperança. Sonhava com um convite para o baile, E na véspera, Roger, desajustado e ousado, convidou-a.

Popys, emocionada, apenas acenou com a cabeça. Roger prometeu buscá-la às oito, mas nunca chegou. Horas, dias se passaram, e ela esperou, imóvel, Até que, desesperada, foi até a árvore e ali encerrou sua dor.

Mas Popys nunca encontrou descanso. Dizem que nas noites de baile, sua figura branca surge no salão, A fita rosa tremulando, os olhos perdidos na espera. E sempre, na véspera da festa, algo estranho acontece.

Na ponte de madeira, um motor ressoa na escuridão, um velho carro cruzando repetidas vezes, como um fantasma. Ele circula ao redor do colégio, como se buscasse alguém, até estacionar em frente ao cemitério, onde repousa até o amanhecer.

E quando o sol desponta por trás da árvore centenária, O carro desaparece, levando consigo o eco de um amor perdido, de promessas quebradas, de destinos entrelaçados. Popys e Roger, presos para sempre entre dois mundos.



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Beijos da raposa!!!

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