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​🦊 MATERNIDADE SELVAGEM: UMA HOMENAGEM ÀS MÃES RAPOSINHAS ✨🌿 | Blond Fox

Olá raposinhas, tudo bem com vocês? Espero que estejam todos bem!!!  Muitas vezes, a fotografia tenta enquadrar a maternidade em cenários perfeitos e poses estáticas. Mas aqui na Blond Fox, nós sabemos que a maternidade real é feita de outra matéria: ela é rústica, é visceral e pulsa com a força da natureza. Ser uma Mãe Raposinha é viver em um estado constante de entrega e descoberta, onde o "Algo Maior" não é um conceito abstrato, mas o peso de um abraço e a clareza de um olhar. ​Neste dia, nossa homenagem vai para você, que é a guardiã da toca e a primeira mestre das trilhas. ​// O OLHAR DA MÃE RAPOSA ​A raposa na natureza é um dos símbolos mais potentes de cuidado. Ela não apenas protege; ela prepara para a vida. Ser uma mãe dentro da nossa comunidade é carregar essa mesma essência: ​✨️ A Sabedoria do Cuidado: Você sabe exatamente quando é hora de acolher no calor da toca e quando é hora de incentivar o primeiro salto. Sua maternidade é um equilíbrio entre a su...

O que eu aprendi em 2025 com a fotografia? | Blond Fox

O que as lentes não mostram, mas o coração aprendeu.

​Se eu pudesse colar em um diário tudo o que a fotografia me ensinou no último ano, as páginas não seriam feitas apenas de luz e sombra, mas de encontros e reencontros.



​2025 foi o ano que me preparou para o "algo maior" que começo a viver agora em 2026. Entre um clique e outro, no silêncio da edição e no barulho dos sets, aqui estão as 3 lições que guardei no meu diário de vida:
​• A técnica é o mapa, mas a sensibilidade é o caminho. Aprendi que dominar a câmera é libertador, mas é a minha bagagem como pedagoga que me permite ler as pessoas antes de apertar o botão. A fotografia é 10% equipamento e 90% humanidade.

​• O "imperfeito" tem mais alma. No ano passado, parei de buscar a foto plasticamente impecável e comecei a buscar a foto que vibra. Aprendi a amar o grão, o desfoque espontâneo e o "jeitinho diferente" de capturar o caos.

​• Ninguém cresce sozinho na toca. 2025 me mostrou que a fotografia ganha um novo propósito quando é compartilhada e usada para educar. Minha transição profissional e pessoal só aconteceu porque entendi que minha voz importa tanto quanto o meu olhar.
​Hoje, abro esse novo capítulo de 2026 com a certeza de que cada erro de exposição do ano passado foi, na verdade, um ajuste de foco para o que vem por aqui.

​E para você? Se 2025 fosse uma fotografia na sua mão hoje, qual seria a legenda dela? Me conta aqui embaixo. 

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