O que eu aprendi em 2025 com a fotografia? | Blond Fox
O que as lentes não mostram, mas o coração aprendeu.
Se eu pudesse colar em um diário tudo o que a fotografia me ensinou no último ano, as páginas não seriam feitas apenas de luz e sombra, mas de encontros e reencontros.
2025 foi o ano que me preparou para o "algo maior" que começo a viver agora em 2026. Entre um clique e outro, no silêncio da edição e no barulho dos sets, aqui estão as 3 lições que guardei no meu diário de vida:
• A técnica é o mapa, mas a sensibilidade é o caminho. Aprendi que dominar a câmera é libertador, mas é a minha bagagem como pedagoga que me permite ler as pessoas antes de apertar o botão. A fotografia é 10% equipamento e 90% humanidade.
• O "imperfeito" tem mais alma. No ano passado, parei de buscar a foto plasticamente impecável e comecei a buscar a foto que vibra. Aprendi a amar o grão, o desfoque espontâneo e o "jeitinho diferente" de capturar o caos.
• Ninguém cresce sozinho na toca. 2025 me mostrou que a fotografia ganha um novo propósito quando é compartilhada e usada para educar. Minha transição profissional e pessoal só aconteceu porque entendi que minha voz importa tanto quanto o meu olhar.
Hoje, abro esse novo capítulo de 2026 com a certeza de que cada erro de exposição do ano passado foi, na verdade, um ajuste de foco para o que vem por aqui.
E para você? Se 2025 fosse uma fotografia na sua mão hoje, qual seria a legenda dela? Me conta aqui embaixo.
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